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Velhas Virgens e Crônicas      -
  Tá sem grana? Já pro porta-malas

Vida de músico não é fácil. Em algumas horas, o dinheiro não entra e é preciso improvisar para ter um pouco de diversão. As Velhas Virgens passaram longos períodos em situações assim. “Estávamos muito duros e, para economizar motel, deixávamos um casal no porta-malas e ficávamos todos no mesmo quarto”, recorda Cavalo.

“Certa vez, minha namorada esqueceu o RG e pegamos emprestado o documento da moça que estava com o Caio. Obviamente, a mulher da portaria do motel percebeu a diferença na fotografia e começou a fazer perguntas: ‘Qual o nome da sua mãe?’ Aí ela respondia alto com a mesma pergunta: ‘Qual é o nome da minha mãe?’ Então ouvíamos o sussurro da namorada do Caio: ‘Maria’.
‘Quando você faz aniversário?’
‘Meu aniversário?’, dizia ela bem alto, parecendo surda. Novamente o sussurro: ‘11 de abril’ E por aí vai. Foi um sacrifício, mas conseguimos entrar.”

Mas parece que o Caio está em todas nessas histórias de motel. Lips toma a palavra: “Fomos eu e ele com duas moças. Botei ele e a menina dele na carroceria da caminhonete. Chegando perto do motel, parei a picape e disse que tinha polícia rodoviária nos arredores e pedi pra eles ficarem em silêncio, caso contrário eu poderia ir em cana. Entramos de mansinho no motel, encostei no box do nosso quarto, cheguei bem na manha e levantei a cobertura da carroceria com tudo gritando ‘polícia’. Os dois saíram brancos da carroceria.”

Caio conta que, uma vez na caçamba, fechou a lona por cima e já foi tirando a roupa. “Tirei a minha, a da menina e acabamos transando ali mesmo. O Lips parava no farol e o carro balançava. Nisso, ele e a outra menina devem ter se empolgado e resolveram tocar para um motel. De repente o carro pára, ele levanta a lona pela abertura traseira do vidro e diz: ‘Fiquem quietinhos que vamos passar por um comando policial.’”, recorda.

“Eu e a menina sem roupa, acabados lá atrás, mas na moita. Já tínhamos dado uma, dali a pouco a gente daria outra. Andamos mais um pouco e eu e a menina ficamos apavorados quando o carro parou. Ela disse: ‘Fodeu. Vamos todos pra cadeia. O comando parou a gente.’ O Lips então abre e berra: ‘Polícia, todo mundo pra fora.’ A adrenalina foi lá pra cima quando ele berrou, mas logo passou e percebemos que estávamos no motel”, prossegue o guitarrista.

“A menina que ficou com o Lips bancou tudo. O Lips foi com ela pro banheiro e eu fiquei com a outra na cama. Todo mundo gargalhando ouvindo a gemedeira do outro. De repente o Lips sai do banheiro com uma toalha pendurada no pau. Tinha virado cabide. Aquela bunda cheia de espinha pra fora e a toalha no pau. A menina que estava comigo achando aquilo bizarro e ele querendo se engraçar com ela. Na época eu estava namorando e não queria trair, cheguei a chorar, mas foi irresistível. Acabei traçando a menina que estava com ele no banheiro também”, conclui o irresistível



 
 

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